Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

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Não é habitual transcrever notícias fora do âmbito da actividade do PS/ALMADA, mas pela sua relevância, aqui fica esta!
Parabens pela iniciativa, Dr.ª Maria José!
 
Passeio até Setúbal
Dezenas de crianças com deficiência viram os golfinhos do estuário do Sado 
24.05.2009 - 09h43
Quatro dezenas de crianças com problemas neurológicos que são acompanhadas no Centro de Desenvolvimento da Criança Torrado da Silva, do Hospital Garcia de Orta, em Almada, participaram este sábado num cruzeiro à descoberta dos golfinhos no estuário do Sado.

Depois de uma viagem de autocarro, de Almada até ao cais das Fontainhas, em Setúbal, crianças e jovens adolescentes embarcaram nos galeões Zé Mário e Riquitum, para um passeio de duas horas, que assinalou o segundo aniversário do Centro de Desenvolvimento da Criança. "Estou a gostar. Espero ver alguns golfinhos, espero que eles apareçam", disse à Lusa o jovem Pedro Vieira à saída de Setúbal, numa altura em que ainda não se sabia da "disponibilidade" dos golfinhos para abrilhantarem o passeio nas águas do rio Azul.

A surpresa surgiu pouco tempo depois, nas imediações das praias de Tróia, onde os golfinhos fizeram brilhar os olhos dos mais pequenos, Cerca de uma dezena de golfinhos passaram a escassos metros das duas embarcações, Riquitum e Zé Mário, proporcionando momentos únicos a algumas crianças que nunca tinham tido oportunidade de estar tão perto dos cetáceos do estuário do Sado, a única comunidade residente numa zona estuarina em Portugal.

Para a neurologista Maria José Fonseca, estes passeios constituem uma oportunidade única para algumas crianças com deficiência, que só com estas iniciativas têm oportunidade de desfrutar de momentos que podem ser importantes para o seu desenvolvimento.

"Estes miúdos, com algumas das suas deficiências, quer físicas quer por problemas sócio-familiares que possam ter, têm poucas oportunidades de desfrutar de experiências fundamentais e enriquecedoras para o seu desenvolvimento", disse à Lusa Maria José Fonseca. "Esse é também um dos nossos objectivos: permitir que jovens, que de outro modo tenham dificuldades, possa experienciar uma visita ao Sado e o contacto com a natureza", acrescentou a neurologista.

O Centro de Desenvolvimento da Criança do Hospital Garcia de Orta acompanha o crescimento de muitas centenas de crianças da margem sul do Tejo, alguns desde o nascimento até à adolescência.
in Jornal Público,25 de Maio de 2009
publicado por motssa às 11:14
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

ENTREVISTA AO CANDIDATO DO PS, À CÂMARA DE ALMADA, PAULO PEDROSO

Se tivesse que sumariar 3 ou 4 propostas, para as pessoas de Almada perceberem a diferença de uma gestão sua e do PS, quais seriam?

Uma vez eleito, revogarei imediatamente o Plano de Mobilidade e substitui-lo-ei por um sistema de circulação eficaz e mais respeitador das pessoas. Darei grande prioridade à afirmação de Almada como centralidade urbana daquilo a que chamo a Cidade do Sul do Tejo, competindo com Oeiras, Cascais e Sintra por todos os investimentos de relevância metropolitana, aproveitando todas as oportunidades que se abram, para compensar as que se perderam. Procederei à revisão de toda a gestão urbanística da frente de praias, animando-as para que, da Trafaria à Fonte da Telha, tenhamos mais de duas dezenas de kilómetros de costa com vida doze meses por ano, com muito maior qualidade urbanística, e, no Verão, menos superlotadas e com acesso ordenado. Reverei de alto a baixo a política social de habitação, acabando com a construção de novos bairros sociais e sua substituição por uma política de inclusão social das pessoas desfavorecidas em diferentes zonas. Não hesitarei em tomar as medidas necessárias para a melhoria da situação de segurança, criando uma polícia municipal que possa libertar a PSP e a GNR de outras tarefas para as funções de segurança, introduzindo, em articulação com o comércio local, zonas com vídeovigilância e, sobretudo, estimulando a que policiamento de proximidade, melhor iluminação pública e comércio a abrir mais cedo e fechar mais tarde potenciem a segurança urbana.

Nenhuma destas medidas aconteceria se os eleitores voltassem a dar a maioria ao PCP.

 

 

Entrevista ao PNETpolítica: as diferenças entre o PS e o PCP em Almada

 
 

 

publicado por motssa às 22:24
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

COMUNICADO

 

 
COMUNICADO
O Comércio de Almada Merece ser Melhor Apoiado
 
Os Comerciantes de Almada decidiram denunciar publicamente o “Comércio Mal Apoiado” e exigir que seja “Devolvida a Vida a Almada”.
 
A denúncia dos comerciantes merece o nosso apoio. A política municipal de mobilidade, que se revelou incompetente, provocou a desertificação do Centro da Cidade. A já famosa “Zona Pedonal” é mais um exemplo de uma boa ideia mal aplicada, porque não conseguiu garantir que fosse efectivamente pedonal, só conseguiu afastar mais as pessoas do Centro de Almada. Não queremos que Almada seja uma cidade com um centro sem pessoas e com o comércio em dificuldades. Hoje, os peões não têm uma verdadeira Zona Pedonal e os comerciantes viram as suas dificuldades agravarem-se com a perda de clientes.
 
Perante o desespero dos Comerciantes, a maioria comunista que manda na Câmara de Almada não foi capaz de sugerir uma nova medida ou ideia. Limitou-se a não assumir as suas responsabilidades e o auto-designado “Esclarecimento Público Indispensável”, não passa de uma confissão de que a gestão do PCP já não tem soluções para os problemas do Município. Talvez os comerciantes ainda não o saibam, mas o apoio financeiro da Câmara ao comércio tradicional em 2008 conseguiu ser inferior aos seus gastos de propaganda.
 
O Comércio de Almada não pode esperar mais. Foram anos de sofrimento e novas medidas são urgentes. O PS tem novas soluções, que os comunistas não aceitam e precisam de ser apoiadas por si. Queremos discuti-las consigo, mas desde já lhe garantimos que:
 
ü       Revogaremos imediatamente o Plano de Mobilidade e vamos rever a circulação para trazer mais pessoas, mais confortavelmente, ao centro da cidade;
ü       Vamos criar um Programa de Urbanismo Comercial, dotado de um Fundo Municipal de Apoio ao Comércio Tradicional, que apoiará a actividade comercial, apoiará a formação profissional e actuará em situações de emergência e extraordinárias.
 
Vamos devolver a vida a Almada. A gestão comunista está cansada e só consegue lamentar-se. Está na hora de virar a página. A Força da Mudança passa por si!
publicado por motssa às 10:52
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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

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PCP, campanha eleitoral e Cristo-Rei

 


Como deve o poder político em campanha tratar os fenómenos religiosos? Julgo que deve manter uma distância respeitosa e recato, valorizando e apoiando, sem tentar colar-se-lhes ou deixar que eles se colem à política. O PCP, à frente da Câmara de Almada, seguiu por outro caminho, o da tentativa de instrumentalização. Este fim de semana, como diz Francisco Clamote, até o Cristo-Rei foi convocado para a campanha eleitoral. Separação entre Igreja e Estado? Para o PCP de Almada, trinta e cinco anos depois do fim do Portugal fascista de fado, futebol e Fátima, continua a valer tudo.
Esta oportunista colagem de fachada é ainda mais chocante por ir de par com o desmazelo nos deveres do Município para com um santuário que é um recurso valioso do concelho.
A Câmara tem o dever de proporcionar ao santuário uma melhor envolvente urbanística, de modo a valorizá-lo como recurso e a bem receber os crentes que o procuram. Tem o dever de criar as condições para que os crentes possam aceder-lhe facimente e fruir dele confortavelmente e em segurança. Tem o dever de valorizar também o recurso turístico que ele constitui, num momento em que o turismo religioso cresce de expressão. Contudo, como os peregrinos deste fim de semana compreenderão, nada disso foi assegurado. O envolvimento municipal no Cristo-Rei é uma fotografia difundida para que a associação subliminar entre religião e política se forme nos espíritos.

Que limites deve ter o poder, quando em campanha eleitoral, para recorrer aos meios públicos que gere para benefício da força política que comanda os destinos, seja de um Governo ou de uma autarquia? Estou convencido que a lei deveria ser mais restritiva, nomeadamente no último semestre antes de uma eleição, no qual já vigoram regimes especiais de campanha eleitoral. Mas também sei que o limite mais eficaz a essa tentação estará sempre na exigência cívica que os democratas impõem a si mesmos. Quando esse limite se relaxa, assistimos aos inauguracionismos mais despudorados, de que os fontanários de Alberto João são paradigmáticos e às tentativas de colagem oportunista a eventos de significado público.
Em Almada já temos exemplos mais do que suficientes de que a maioria velha de trinta e cinco anos usará todos os expedientes nesse domínio. O boletim municipal Kim-Il-Sungeano já não é notícia. Recentemente inaugurou-se uma primeira pedra de um parque de estacionamento que deveria estar concluido há anos mas só chegará depois das eleições.

Creio, contudo, que estes gestos de pequeno oportunismo subvalorizam os cidadãos de Almada e as raízes profundas das suas exigentes convicções democráticas.
 
 

 

(Publicado por Paulo Pedroso no Blog http://bancocorrido.blogspot.com)

 

publicado por motssa às 17:27
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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

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A Quadra de Abril/ Maio
 
Há poucos dias atrás fui ouvir o Carlos Alberto Moniz cantar em Évora. Nesse concerto, o Carlos, com a sua natural bonomia e sinceridade, fez uma analogia do 25 de Abril à quadra natalícia, traduzida mais ou menos nestas palavras: “Já viram que o 25 de Abril é o Natal dos Democratas? Reunimo-nos todos dia 24 à noite, à espera da meia-noite, para cantarmos juntos a Grândola Vila Morena. E uma semana depois, tal e qual como no Natal, estamos todos juntos de novo no dia 1, desta vez para comemorar o 1.º de Maio, com desejos de justiça para um novo ano”.
A simplicidade e força desta analogia tocou-me particularmente, e dei comigo a pensar como Homens como o Carlos continuam, 35 anos depois, a reinventar formas de passar, através da cantiga e da palavra, os ideias de Abril para a geração mais nova. De forma simples, e positiva. Acreditando verdadeiramente em Abril e nas suas conquistas.
A forma como se olha para as conquistas de Abril diz muito do nosso comprometimento com os mesmos.
Vejo por aí uma certa tendência para pôr em causa as conquistas de Abril. Uns, em manifesta atitude provocatória, pretendem comemorar o 25 de Abril com a renovação de um Largo Urbano a quem, num suposto espírito tolerante e democrático, colocam o nome do velho e odioso ditador… Enfim, não há palavras que possam qualificar tal aberração.
Mas vejo também alguns, armados em únicos guardiães de Abril, com um discurso que de inconformista com as conquistas de Abril não tem nada: debaixo de uma capa de inconformismo, tudo colocam em causa no processo de desenvolvimento do País dos últimos 35 anos, ignorando que temos hoje, apesar de tudo, uma vida bem melhor do que a 24 de Abril de 1974.
Esses supostos guardiães de Abril tudo fazem para menorizar as conquistas do Serviço Nacional de Saúde. Tudo fazem para menorizar a conquista da Segurança Social Pública e sustentável. Tudo fazem para menorizar o aumento do grau de instrução dos portugueses. Tudo fazem para menorizar as conquistas de igualdade entre Homens e Mulheres. Tudo fazem para menorizar a protecção social que hoje existe no nosso País.
Existem desigualdades a combater? Claro que sim. É preciso haver uma mais justa redistribuição da riqueza? Claro que sim. A prestação pública de cuidados de saúde deve melhorar? Claro que sim. A democracia precisa de ser mais aprofundada? Claro que sim, está no seu próprio “ADN”. É preciso garantir mais e melhor Escola Pública? Claro que sim.
Mas é a menorizar as conquistas que todos fizemos desde Abril que se alcançam novas conquistas? Não me parece. A atitude de quem tudo critica não honra as conquistas de Abril e não se chama inconformismo. Tem outro nome: oportunismo. O oportunismo de quem explora as dificuldades dos outros como arma de arremesso político-partidário, mas que na sua prática, da Câmara de Almada, se permite realojar pessoas diferentes que não se conhecem na mesma casa, numa clara atitude de insensibilidade social, contrária aos valores de Abril.
Abril é esperança. Abril é Futuro. Abril é tolerância na diversidade de opiniões.
E então chegamos a Maio. Celebramos a conquista de um movimento sindical livre, longe de tutelas partidárias e contrário ao sistema de sindicato único. Sim, porque uma das grandes e primeiras conquistas de Abril foi a liberdade sindical, contra os arautos da “unicidade sindical”, que mais não era que a forma de controle partidário do movimento livre de trabalhadores.
E em Maio reivindicamos, podemos, porque Abril nos abriu essas portas. E os milhares de trabalhadores livres pedem maior justiça social, aumento do poder de compra, estabilidade e segurança no emprego. E os Governos tentam responder, com maior ou menor grau de eficácia. Mas não conheço nenhum governo democrático deste País que quisesse prejudicar os trabalhadores.
Mas muito daqueles que atiram a primeira pedra, são aqueles que têm uma prática contrária ao que dizem defender.
Quero dar um exemplo recente: A Câmara de Almada, governada pelo PCP há largas décadas, abriu concursos destinados a dar execução a actividades de carácter permanente, designadamente nas piscinas municipais da Charneca e da Sobreda e da Biblioteca Municipal do Feijó. Mas optou por abrir concurso para entrada de precários, oferecendo para actividades de carácter permanente um vínculo a prazo de 6 meses, contra aquilo que o próprio mapa de pessoal para 2009 prevê.
Como pode o PCP ter um discurso ao contrário da sua prática? Mas há mais exemplos, como situações de trabalhadores que há anos têm desempenhado no Município funções em gabinete próprio, com mapas de férias aprovados, e que são tratados como trabalhadores independentes em regime de recibo verde.
Ou o que dizer da não atribuição de prémios de desempenho aos trabalhadores municipais, tal como previsto na lei? Preconceito ideológico, ou poupança de tostões num município que enche a boca para dizer que tem contas em ordem?
Ou o que dizer das dificuldades diárias de trabalhadores que, em surdina – sim, porque há medo entre os trabalhadores da Câmara de Almada, e cada um dos 1400 sabe que isso é verdade – se queixam de que a sua valorização de formação não é reconhecida, porque a Câmara de Almada coloca entraves às reclassificações e progressões nas carreiras.
Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar, escrevia Sophia de Mello Breyner e cantava Francisco Fanhais. Aqui perto, junto de nós, há um discurso oficial e uma prática oficiosa. Pode ser ingenuidade da minha juventude, mas estou atento aos sinais que vou lendo, vou ouvindo e vejo o que se passa neste Concelho. E confesso que estou saturado de tanta demagogia, tanto clima de intimidação de adversários e tanta raiva que se sente naqueles que deveriam, mais não fosse por inerência das funções que desempenham, ser mais tolerantes e disponíveis para um debate político sério e elevado.
Mas é perceber que há muita gente com vontade de dar a volta, sair do medo, com vontade de crescer e inovar que me faz estar motivado para dar respostas a um novo tempo e ajudar a fazer acontecer o Futuro 35 anos depois.
(António Mendonça Mendes, Presidente da Concelhia do PS/Almada, publicado no "Notícias de Almada")

(

publicado por motssa às 11:13
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